Infraestrutura alavancará a cadeia de transporte em 2010, Ações de transporte e logística devem se beneficiar de 2010 de forte crescimento, A Holanda vai cobrar tarifa por quilômetro rodado de todos os carros do país, Simpósio de Logística e Supply Chain Management - Promovendo para o conhecimento da população de Vitória da Conquista e Região, Agências humanitárias encaram desafio logístico no Haiti após tremor, diz ONU, G Barbosa inaugura loja em Vitória da Conquista no próximo semestre.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Historia da Logistica video edição e narração Eduardo Santos

Por Uadson Losan
Vídeo: Youtube - Narração
Eduardo Santos




Ótimo vídeo, onde é apresentada a história da logística em diversos períodos da humanidade, tendo como narrador Eduardo Santos, durante a apresentação pode-se observar também técnicas utilizadas durante a gestão dos processos logísticos como: MRP, KAN BAN e Just In Time, mostrando a integração entre a logística e o marketing. Segundo o narrador, a logística no Brasil se inicia na década de 70 nos setores automobilístico e da energia elétrica, a partir daí são criado associações e a utilização de técnicas japonesas para o aprimoramento racional e eficiente dos procedimentos.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Área de logística projeta consolidação no próximo ano

Por Fabíola Binas
Fonte: http://www.portaldoeconomista.org.br

SÃO PAULO - O setor de logística, responsável por movimentar o equivalente a 12,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e capaz de gerar uma receita na casa dos R$ 400 bilhões, começa a provar dos efeitos positivos da recuperação econômica, ao retomar ganhos e garantir investimentos. O cenário, aliado à aceleração da área de infraestrutura e ao pré-sal, desencadeará um novo ciclo de fusões e aquisições na cadeia de transportes e armazenagem do País, com a busca das empresas por complementar cada vez mais sua gama de serviços.

A consolidação das companhias que compõem o segmento de logística foi um movimento que se iniciou no ano de 2007, tendo estacionado durante a turbulência econômica. Agora, dizem especialistas, essa condição começa a se restabelecer, a exemplo da recente fusão de cinco empresas de transportes que deu origem à nacional Trafti e da compra do Expresso Araçatuba pela holandesa TNT.
"O setor de logística partirá para um ano de 2010 com fusões e aquisições de empresas. O País entrará em ebulição no quesito consolidação", previu Antonio Wrobleski, sócio da AWRO Participações, consultoria especializada neste mercado no País.
O executivo explicou que cerca de 95% do mercado de transportes são compostos por empresas de menor porte, com faturamento de até R$ 20 milhões, e que as grandes, se contadas, "não se põem em duas mãos", como disse. "Se você é uma empresa que fatura R$ 20 milhões não vai poder levar um projeto de R$ 40 milhões", colocou ele, sinalizando que a tendência à consolidação vai alterar o quadro.
Wrobleski também apontou que as companhias estão gerando mais receita e Ebitda ( lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), uma situação que leva à aplicação de recursos na própria empresa ou à busca de atuação em atuação em outros segmentos com compra de corporações menores. "Já podemos ver várias empresas com resultados positivos, o que demonstra que o mercado vai crescer apesar de tantos gargalos", disse.
Um exemplo de companhia que registrou resultados positivos é a Tegma, que, mesmo tendo um grande fluxo de trabalho voltado ao setor automotivo, viu a receita do terceiro trimestre deste ano crescer 4,1%, e chegar aos cerca de R$ 299,3 milhões, na comparação com o ano anterior.
O sócio da AWRO Participações, que foi presidente da Ryder Logística e liderou o processo de fusão que deu origem à Trafti, explicou que o aquecimento econômico que chega com os investimentos na área de infraestrutura, o pré-sal e o avanço do segmento de fármacos devem alavancar o setor de logística.
"Algumas multinacionais estao bem atentas a esse mercado e não estranharemos se um grande nome da logística anunciar alguma compra até o início do ano que vem", previu Wrobleski.

Horizonte
Antônio Wrobleski segue confiante em que haverá aquecimento no próximo ano. Ele crê na tendência de que o PIB brasileiro deva crescer 5% em 2010, o que consequentemente pode ocasionar 15% de incremento no setor de logística. "Nossa área sempre cresce nesse patamar: três vezes o PIB do País", analisou.
O executivo vai ainda mais longe ao revelar que, em conversa com empresários do setor, pôde perceber uma preocupação com a disponibilidade de espaços para armazenagem e frota suficiente para dar conta da demanda neste fim de ano. "O mercado das classes C e D está muito atuante", colocou.
Em linha com a aceleração que vem se desenhando em torno do segmento de logística, Wrobleski crê que a situação pode mudar de tal forma que deve favorecer a indústria de caminhões. "O setor pode voltar a ter prazos de entrega de mais de 60 dias, como ocorria antes da crise", finalizou.

Expansão
Com a perspectiva de triplicar sua capacidade de movimentação de cargas na cabotagem (navegação costeira), a Log-In Logística Intermodal (Log-In), de cujo capital social a Vale detém 31,3%, vê a longo prazo a perspectiva de ampliar a gama de serviços, inclusive na ponta rodoviária, seguindo a tendência de consolidação no setor. "Temos interesse em três principais classes para o desenvolvimento do nosso negócio", afirmou Mauro Oliveira Dias, presidente da Log-In. Ele incluiu na lista de estudos de expansão o investimento em terminais de contêineres, em centros de distribuição intermodais e, como disse, "a companhia pode incluir em sua base empresas com potencial no modal rodoviário", contou.
Dias confirmou que a empresa deve manter o plano plurianual de investimentos de R$ 1,5 bilhão até 2013 ao salientar que os resultados da empresa vem melhorando gradativamente com a recuperação da economia.
Sobre o contrato de US$ 1 bilhão com a Alunorte, o executivo revelou que a operação está mantida e deve iniciar-se em janeiro de 2010, com a utilização de navios arrendados. A perspectiva é de que o primeiro navio que vai somar-se à nova frota, em construção pelo Estaleiro Ilha (Eisa), seja lançado no primeiro trimestre de 2010.

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Pecém é destaque no ranking dos portos brasileiros - Logística

Por AVOL - sao paulo,SP

A movimentação até outubro foi 22% maior que o mesmo período de 2008. A exportação de frutas é o destaque.
A movimentação do Porto do Pecém até outubro de 2009 foi de 1.435.306 toneladas de mercadorias o que representa um aumento de 22% em relação ao mesmo período de 2008. O grande destaque é a exportação de frutas, que permanece na primeira colocação no ranking dos exportadores de frutas, mantendo também excelentes posições na exportação de outros produtos.

No item referente à exportação de frutas o Porto do Pecém é o líder entre todos os portos brasileiros, com a exportação de 184.231 toneladas no período, o que representa uma participação de 33%, seguido pelos portos de Santos (14%), Salvador (11%), Rio Grande (10%), Natal (8%), Mucuripe (8%) e Suape (7%). Dentro do item frutas, o destaque fica por conta da exportação de castanha de caju, com uma movimentação de 29.068 toneladas, representando um aumento de 43% em relação ao mesmo período do ano passado.
Outro destaque ficou por conta da carne congelada com uma movimentação de 20.552 toneladas o que representa um aumento de 396% em relação a movimentação de 2008. Na exportação de calçados o Porto do Pecém perde apenas para o do Rio Grande do Sul, este com participação de 37% e o porto cearense com 24% (9955 toneladas), seguindo-se os portos de Santos (19%), Mucuripe (9%) e Suape (4%).
O Pecém também é destaque na movimentação de Produtos siderúrgicos (bobinas, chapas, fio máquina, etc), com a segunda colocação no ranking de importação, sendo ultrapassado apenas pelo porto de Santos, que registrou participação com a movimentação de 412 mil toneladas, o que representa 26% do total movimentado. Através do Pecém foram transportadas 282 mil toneladas, o que representa participação de 18%, seguindo-se os portos do Rio de Janeiro (13%), São Francisco do Sul (11%) e Itajaí (7%). Acrescente-se a esse dado 23.600 toneladas movimentadas na cabotagem, perfazendo um total de 305.000 toneladas.
O escoamento de lingotes de alumínio, que no período de janeiro a outubro contabilizou 10.700 toneladas movimentadas, foi outro número positivo na movimentação do Pecém, comprovando, mais uma vez, o excelente desempenho do porto cearense , não apenas na região nordeste, onde lidera as exportações em quase todos os itens, como também em comparação com os principais portos brasileiros.

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domingo, 22 de novembro de 2009

Como investir na bolsa de valores pela Web?

Por Tatiana Schnoor - 26/07/2005
Fonte: www.wnews.uol.com.br


Quem pretende começar a investir no mercado de capitais pela Internet precisa ter mais do que conhecimentos tecnológicos para operar programas de webtraders. O primeiro passo é escolher uma boa corretora de valores, que é responsável por executar ordens de compra e venda na Bolsa. Essa interface é obrigatória e necessária para operar. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem diversas empresas associadas que estão listadas no site www.bovespa.com.br, no link corretoras.
Mas antes de ensaiar os primeiros investimentos, o mercado financeiro exige do investidor um período de aprendizado. Para os especialistas, esse é um ponto fundamental para reduzir as chances de erro. “Uma boa assessoria informativa e treino são fundamentais”, diz Celso Ricardo Souza Costa, assessor de investimentos da Corretora Souza Barros.

“Informação especializada com linguagem simples e fácil de entender ajudam o investidor a decidir seus movimentos”, acrescenta Costa, ressaltando que o mercado de ações é movido a informação. Todos os agentes demandam informações sobre companhias, agregados setoriais e macroeconômicos, negócios realizados e em andamento, assim como respectivos investidores.
Simulador Web
Uma boa opção para não transformar suas economias em trocados e saber como operar no mercado é o simulador Web, uma espécie de jogo virtual. Você pode experimentar como ele funciona nos seguintes endereços: http://emacao.folha.uol.com.br e http://www.fatorcorretora.com.br/home/default.aspx.
O simulador usa dinheiro fictício para fazer aplicações, testar conhecimentos e avaliar as empresas cotadas na Bolsa. O participante se inscreve no site e ganha uma conta com capital fixo virtual. A partir daí, ele compra e vende ações dentro dos limites estabelecidos e terá noção do retorno das aplicações que fizer. O objetivo do simulador é que o investidor consiga a melhor rentabilidade de sua carteira. “O simulador é uma ferramenta importante para criar experiência, testar os indicadores e aproximar a pessoa da realidade”, diz o empresário Rodrigo Mamede. Ele gasta em torno de dez horas por dia em operações no mercado de câmbio. Há dois anos, Rodrigo começou a dedicar mais tempo ao mercado. “Uso plataformas de operação Forex e Deal para negociar cotações”, explica. Em meio a tantas opções e informações, o WNews preparou um manual básico para ajudar quem quer começar a investir na Bolsa de Valores pela Web.
Como escolher a corretora?
No site da Bovespa existe uma relação das corretoras associadas com os respectivos sites.
Como escolher a melhor empresa?
Os sites das corretoras devem oferecer os seguintes elementos:
  • Informações com linguagem clara, fácil e atualizada;
  • Atendimento ao investidor por meio de Web, Messenger, e-mail ou telefone;
  • Relatórios sobre o mercado financeiro;
  • Sugestões de compra e venda;
  • Segurança das transações por assinatura digital.
Como funciona a corretora online?
  • O investidor se cadastra no site e ganha uma senha eletrônica;
  • A empresa abre uma conta-corrente que será gerenciada por ela mesma;
  • É preciso fazer um depósito inicial, que será o capital de investimento inicial. Os valores variam de acordo com a corretora;
  • A empresa cobra taxas para cada operação de acordo com o volume negociado. A tabela com os percentuais deve estar visível no site.
Como operar?
  • O investidor entra no site da operadora e envia uma ordem de compra ou venda à corretora;
  • Esta, por sua vez, redireciona o pedido pelo sistema webtrader que acessa a home broker da Bovespa, no caso;
  • O tempo entre a ordem e sua concretização é em torno de 30 segundos;
  • A operadora é obrigada a manter o investidor informado, por relatórios, dos resultados.
Quais as vantagens de operar pelo Home Broker?
  • Agilidade no cadastramento e no trâmite de documentos;
  • Consulta, pelo investidor, a posições financeiras e de custódia;
  • Acompanhamento de sua carteira de ações;
  • Acesso às cotações (algumas corretoras poderão oferecer também notícias e análises sobre o mercado);
  • Envio de ordens imediatas, ou programadas, de compra e venda de ações, no mercado à vista (lote-padrão e fracionário) e no mercado de opções (compra e venda de opções);
  • Recebimento da confirmação de ordens executadas e resumo financeiro (nota de corretagem).
Formas de investir
  • Individualmente: quando o investidor procura uma corretora, preenche um cadastro virtual e escolhe as ações que vai comprar;
  • Por meio de Fundos de Ações: quando o investidor compra cotas de um fundo de ações administrado por uma corretora, banco ou gestor de recursos independente, autorizado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários);
  • Por Clube de Investimento: quando um grupo de pessoas físicas se reúne e procura uma corretora para constituir um Clube de Investimentos com o objetivo de aplicar recursos em uma carteira de ações.
Sugestões de links
http://www.bastter.com.br/aprend/iniciante/inic1.asp
http://www.bovespa.com.br/Mercado/RendaVariavel/Homebroker/homehb.htm
Glossário
Mercado à vista: mercado no qual a entrega dos títulos pelo vencedor é feita no segundo dia útil após a realização do negócio em pregão. Já a liquidação financeira (pagamento dos títulos pelo comprador) se dá no terceiro dia útil posterior à negociação;
Mercado de opções: mercado no qual são negociados direitos de compra ou venda de um lote de valores mobiliários, com preços e prazos de exercício pré-estabelecidos por contrato;
Lote-padrão: lote de títulos de características idênticas em em quantidade prefixada pelas bolsas de valores;
Lote fracionário: quantidade de ações inferior ao lote-padrão;
Nota de corretagem: documento que a sociedade corretora apresenta ao cliente, com o registro da operação realizada, indicação da espécie, quantidade de títulos, preço, data do pregão, valor da negociação e corretagem cobrada.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Em Vitória da Conquista: Estudantes de MBA em Logística discutem novos projetos para Temas em seminários

Por Uadson Losan



Em Vitória da Conquista, estudantes do curso de pós-graduação em logística interagem no laboratório de informática da Faculdade Independente do Nordeste, o objetivo da reunião foi discutir a importância de novas palestras, que abordem temas referentes a logística. O município conquistense a cada ano recebe uma grande quantidade de estudantes das regiões circunvizinhas, o mesmo  também desperta interesse por novos investidores na indústria e comércio. É imprescindível que alunos da área administrativa e profissionais que atuam com a gestão da cadeia de suprimentos, se mantêm  informados no aprimoramento dos processos logísticos de suas empresas.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Empreendedorismo: pessoas largam emprego estável para abrir um negócio

Por Uadson Losan
Fonte: www.globo.com



Cresce o número de pessoas que estão apostando no empreendedorismo. “O sonho de ter o próprio negócio”, faz com que alguns deixem seus trabalhos com estabilidade para constituírem empresas. Essa situação também vem sendo cada vez mais encorajada por jovens em diversos lugares do país, devido ao fato da dificuldade para conseguir emprego que proporcione uma boa rentabilidade. Diante dessa situação, o SEBRAE e diversos consultores estão à disposição, para ajudar aos que desejam fazer esse tipo de investimento e dessa forma proporcionar mudanças na vida de cada investidor.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Conheça os sectores que vão contratar mais em 2010

Fonte: www.economico.sapo.pt 



O sector da logística e distribuição é o que mais está a fazer contratações para reforçar os seus quadros. 

Inquérito a 250 empresas revela que sectores da Logística e Distribuição, Tecnologias de Informação e Saúde vão aumentar as contratações.
É uma informação essencial na hora de escolher uma área de formação. Para quem procura emprego, saiba que - apesar da crise - o sector da logística e distribuição é o que mais está a fazer contratações para reforçar os seus quadros. Também os sectores das tecnologias de informação e comunicação, a indústria farmacêutica, biotecnologia e cuidados de saúde estão a tentar dar a volta à tempestade e mostram alguma abertura a novas contratações. Já na construção civil e obras públicas, é melhor esquecer, o sector ainda não deu a volta ao mau momento económico e fechou as portas à entrada de novos quadros.

"A intenção de contratar por parte de mais de metade das empresas do sector da logística e distribuição foi uma boa surpresa. Uma explicação possível pode ser o facto de as pessoas cortarem em muita coisa, mas não abdicarem dos bens essenciais, como os alimentares", defende Ana Teixeira, a ‘country manager' da MRI Network Portugal, a consultora que realizou o inquérito que está na base desta conclusão e que foi realizado no segundo semestre de 2009. Mais de metade (55%) das empresas deste sector tenciona contratar, enquanto apenas 15% tem intenção de reduzir pessoal.
Também nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), 31% afirmam pretender aumentar o número de colaboradores. "Este sector continua dinâmico e a recrutar", refere Ana Teixeira. Ainda assim, a esmagadora maioria das empresas das TIC (59%) prefere apostar, para já, numa política de manutenção dos seus quadros, apesar dos 31% que optam por reforçar o número de colaboradores.
Quanto ao sector farmacêutico, biotecnologia e cuidados de saúde também aposta na manutenção dos quadros (64%), embora 28% admitam contratar novos colaboradores. A redução fica apenas nos 8%. "É um sector muito bem organizado e relativamente estável e esta tendência já se verificava em inquéritos anteriores. Existem muitas multinacionais nesta área, que seguem boas práticas no que se refere à política de recrutamento, e as empresas nacionais acabam por seguir-lhe os passos", analisa a ‘country manager' da MRI.
Já a construção e obras públicas, "está há anos a consolidar a crise", sublinha a mesma responsável. Está completamente fechado a novas contratações. Nenhuma empresa deste sector admitiu no inquérito ter intenção de alargar o seu número de trabalhadores. Quase metade (46%) pretende manter os quadros e uma fatia ainda grande de 39% tenciona cortar no pessoal.
A maior abertura a novas contratações, manifestada por 32% das empresas inquiridas, será na área comercial, isto é, nas funções ligadas às vendas. São 45% as empresas a dar preferência aos profissionais desta área, enquanto 27% optam por técnicos altamente especializados, 15% por outras funções, como operários, 10% marketing e 3% financeiros. No caso da logística e distribuição, são 88% as que querem recrutar comerciais, enquanto o farmacêutico, biotecnologia e cuidados de saúde está nos 64% e as TIC nos 56%. Já a construção e obras públicas não tenciona, já se sabe, contratar, mas se o fizesse preferiria as funções técnicas especializadas (35%).
Melhores perspectivas que no primeiro semestre
Os 32% de empresas que tencionam aumentar os quadros seguem-se aos 13% registados no primeiro semestre de 2009 deste ‘Hiring Survey', embora ainda a 11 pontos percentuais de diferença do resultado do segundo semestre de 2008, quando já se falava da crise. "São sinais tímidos, mas positivos de uma tendência de aumento de emprego. Nunca tive, em crises anteriores, tantos executivos de primeira linha desempregados. Mas as pessoas já estão a ir a entrevistas. Parece-me o início de um volte-face", conclui Ana Teixeira.
Se juntarmos as empresas que querem aumentar com as que vão manter os colaboradores, a percentagem sobe para os 76%, enquanto a redução de quadros fica nos 24%, quase metade do valor registado no primeiro semestre deste ano (46%), voltando a um valor muito próximo do registado nos primeiros seis meses do ano passado (23%).
O inquérito desta consultora de ‘global search, talent management e coaching' foi realizado por telefone a administradores, directores e directores de recursos humanos de 250 pequenas, médias e grandes empresas nacionais.


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Vitória da Conquista ::Uadson'Losan::
| 2010 |