Fonte: UOL
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
SÃO PAULO – Com a retomada da atividade industrial e a expectativa de aumento das exportações, o ano de 2010 promete ser de forte recuperação para o setor de transportes e logística brasileiro.
Seja através de investimentos em infraestrutura, por conta dos eventos esportivos e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), seja pelas estimativas de forte crescimento na produção de automóveis, os analistas estão otimistas para as empresas do setor.
“A retomada da economia brasileira e do fluxo de exportações, o aumento nas vendas de automóveis e a produção industrial mais aquecida, em conjunto com a retomada do crédito deverão criar um cenário muito favorável para o setor de logística ao longo de 2010”, afirma Maria Tereza Azevedo, analista da Link Investimentos.
Para ela, empresas como ALL Logística (ALLL11), CCR (CCRO3) e OHL (OHLB3), que possuem forte correlação com o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, deverão se destacar no próximo ano, continuando a trajetória de recuperação iniciada na segunda metade deste ano.
“Apesar do cenário desafiador, o segundo semestre mostrou sinais sólidos de recuperação e a nossa expectativa é que as empresas terminem o ano com crescimento em relação aos balanços de 2008”, estima a analista.
Desempenho em 2009 Maria Tereza destaca que apesar de o cenário macroeconômico estar desfavorável às empresas do setor neste ano, seus números operacionais e financeiros foram contrabalanceados por outros fatores, o que possibilitou ganhos.
Ela explica que, ao excluir o crescimento inorgânico da OHL e a CCR (Rodoanel e rodovias federais), a pequena redução do tráfego foi compensada por reajustes tarifários em suas concessões rodoviárias.
Enquanto isso, o transporte de contêineres teve sua queda de preços compensada pelo crescimento do volume em empresas como Santos Brasil (STBP11), Log-In (LOGN3) e Wilson Sons (WSON11).
No caso da Log-In, os serviços de navegação costeira também contribuíram para a recuperação. Já a ALL teve sua queda de navegação costeira equilibrada pelo maior volume.
Investimentos e Oportunidades Para o analista da Tendências Consultoria Integrada, Alexandre Gallotti, o setor de transporte e logística deve ganhar fôlego em 2010 principalmente pela expectativa de crescimento da demanda e maior volume de investimentos e oportunidade de negócios, com novos editais de concessões e leilões.
O economista explica que além de ser ano eleitoral, em 2010 as obras do PAC devem retomar seu ritmo, depois de passar o ano de 2009 praticamente estagnadas. “Teremos investimentos em melhoria de portos, aeroportos e principalmente obras mais urbanas, como trens, metrôs e corredores viários”, afirma Gallotti.
Aliado a isso, espera-se ainda que os investimentos em infraestrutura previstos para a realização dos jogos da Copa do Mundo de Futebol (2014) e Jogos Olímpicos (2016) devam começar já em 2010 com as primeiras licitações.
Entre as oportunidades de negócios para empresas voltadas para transporte rodoviário estão as concessões das rodovias estaduais paulista, mineira e das federais, o rodoanel de São Paulo (trechos sul e leste), o trem expresso ligando Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro (“trem bala”), as linhas metroviárias de Curitiba, Brasília e Porto Alegre, a administração de aeroportos e as linhas ferroviárias que estão dentro do PAC.
“É impossível dissociarmos as perspectivas do setor de logística brasileiro aos inúmeros investimentos que deverão ser feitos para os eventos esportivos”, comenta Maria Tereza da Link. Ela também fala que estes acontecimentos devem impactar positivamente o PIB, aumentando o volume de tráfego de transportes.
Top Picks Analisando justamente o potencial do segmento rodoviário, Maria Tereza afirma que “2010 será o ano da CCR”. Para a analista, além de uma boa gestão, a empresa tem grande potencial de alavancagem por estar bem capitalizada e por isso, pode levar bons projetos no próximo ano.
“Com a captação de R$ 1,2 bilhão feita neste ano, a empresa pode alavancar em 3x sua dívida líquida e ampliar sua gama de negócios por meio de novas aquisições de concessões e projetos. Sua estrutura operacional permite dirigir qualquer negócio”, fala.
Para ela, por não ter problema de financiamento e possuir credibilidade no mercado, a companhia consegue fazer ofertas mais agressivas e levar mais concessões, como no caso das outras partes do Rodoanel, que serão leiloadas no próximo ano.
“Aquisições no mercado secundário são interessantes para a CCR, principalmente porque agora não existem mais taxas de retorno altas o suficiente para a empresa ficar confortável. Agora ela precisa buscar mais negócios para crescer”, comenta a analista da Link.
Além disso, ela destaca que o próximo ano será um período de renovação de contratos para a CCR, o que pode trazer reajustes (possível aumento) em suas taxas de retorno em contratos com a Autoban e a ViaOeste, por exemplo.
O rating da corretora para o papel é “outperform” (previsão de desempenho acima da média do mercado) e o preço-alvo estimado para final de 2010 é de R$ 47,00, um potencial de valorização de 21,7% ante o último fechamento (R$ 38,61).
Já, para a OHL, outro player do segmento de concessões rodoviárias, a recomendação também é “outperform” e o preço-alvo é de R$ 40,00, com potencial de valorização de 14,28% em relação ao último pregão (R$ 35,00).
Ferrovias Apesar de os analistas acreditarem que o setor rodoviário ainda deve ser o principal destaque em 2010, com participação de 60% do total transportado no País, as expectativas para os mercados ferroviário e hidroviário também são otimistas. A premissa é de que em um país das dimensões do Brasil, essas modalidades se mostram mais eficientes e menores custos no transporte de média e longa distâncias.
Com o aumento da carga de exportações e produção industrial, empresas multimodais, ou seja, que oferecem serviços em diversas modalidades de transporte, acabam se destacando no setor, como no caso da ALL Logística.
Segundo Edigimar Maximiliano, analista da Bradesco Corretora, os investimentos feitos pela companhia no último ano devem começar a dar retorno já em 2010, trazendo boas perspectivas para seus resultados. “Investimentos como o de Rondonópolis, e Mato Grosso do Sul, e os do Centro-Oeste que são estratégicos para ligar a região com o Sudeste e o porto de Santos, podem influenciar os papéis da empresa”, fala Maximiliano.
Além disso, Maria Tereza da Link Investimentos também destaca o potencial de valorização da ALL. Ao colocar um preço-alvo de R$ 19,30 para o papel da empresa, ela explica que “a ALL Logística cresce muito mais rápido que qualquer outra empresa do setor”, inclusive pouco mais que a Burlington Northern, comprada pelo megainvestidor Warren Buffett por US$ 34 bilhões em novembro.
“A empresa já merece um prêmio pelo potencial, mas ainda precisa reduzir sua alavancagem e começar a pagar dividendos para se tornar ainda mais interessante, por isso estamos com premissas conservadoras”, fala a analista.
Além da ALL, a analista da Link também vê bons negócios para a Log-In que, além de atuar em logística, também deve se beneficiar da melhora na navegação costeira no ano que vem, outro serviço da companhia. “Para a Log-In, a navegação costeira seguirá como importante driver de crescimento para os próximos anos, em linha com o plano de expansão da frota da companhia, também com crescimento projetado muito superior aos dados do PIB”, comenta.
Apesar do otimismo da Link Corretora com a Log-In, Maximiliano, do Bradesco, aponta a empresa como a única do setor que o banco recomenda venda. Para ele, mesmo com a expectativa de que sua recuperação seja mais forte no ano que vem, a empresa ainda apresenta performance inferior a seus pares.
Em contraponto, Maximiliano destaca o potencial de outras empresas, como a própria Santos Brasil, que atua diretamente no porto de Santos e a Tegma (TGMA3), que deve, segundo ele, se beneficiar da produção forte de veículos esperada para o fim do ano.
Conforme anunciou em dezembro, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) projeta produção de 3,4 milhões de unidades para 2009 e crescimento de 9,3% nas vendas de automóveis no Brasil.
Aviação Para validar a ideia de que o setor de transporte como um todo terá um bom ano de 2010, o segmento de aviação não poderia ser deixado de lado, ainda mais com as projeções de investimentos nos principais aeroportos do país. “O transporte aéreo brasileiro tem um grande potencial para crescer. Só para se ter uma ideia, enquanto no Brasil a taxa de passageiros por ano é de 60 milhões, ou seja, uma penetração de 30% na população, nos Estados Unidos, ela é de 900 milhões”, comenta Maximiliano, do Bradesco.
O analista explica que 70% dessas pessoas viajam a trabalho, mas que o número de passageiros business é menos elástico que o de lazer. “Com o desenvolvimento econômico, o brasileiro está voando mais e as campanhas de sensibilização vão trazer mais passageiros para este tipo de transporte”, fala
Assim, Maximiliano estima que empresas aéreas, a exemplo da TAM (TAMM4) e da GOL (GOLL4), terão bom desempenho nos próximos anos. Ambos os papéis estão recomendados como “compra” pelo Bradesco, sendo que seus preços-alvo são estimados em R$ 43,00 para a TAM e R$ 31,00 para a GOL, com potenciais de valorização respectivos de 19,47% e 20,62%.
Da mesma visão otimista compartilha Andrés Kikuchi, analista da Link. Ele acredita que o ano de 2010 terá um equilíbrio melhor entre oferta e demanda, com expectativa de crescimento de 10% no RPK doméstico (número de passageiros pagantes transportados por quilômetro voado) em relação a este ano. “Acreditamos que o aumento da renda aliado à queda do desemprego e também a percepção de que o pior da crise já passou estão entre os principais drivers para o crescimento expressivo da demanda doméstica nos últimos meses”.
Segundo ele, a queda do yield entre setembro e outubro por conta da concorrência também ajudou a estimular a demanda. Porém, ele acredita que com o aumento da demanda, em breve o yield deve voltar a subir. “Declarações da GOL e TAM corroboram essa visão e ambas já afirmaram que a partir de dezembro o reajuste de tarifas ganhará ênfase, possibilitando o aumento da rentabilidade das mesmas”, fala Kikuchi.
Enquanto a Link coloca os ratings da TAM e da GOL em “outperform” e “marketperform”, respectivamente, seus preços-teóricos são estimados em R$ 36,00 e R$ 27,00, frente à cotação do último fechamento, de R$ 35,99 e R$ 25,70, respectivamente.
Ele ainda comenta que os novos players de menor porte (Azul, OceanAir, Trip e WebJet) não deverão prejudicar o desempenho das duas porque elas ainda precisam aumentar a escala para competir de forma mais direta com as grandes do setor. “Deste modo, o papel delas estará mais ligado a adição de novos passageiros ao sistema”, conclui.
Leia mais informações!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Ações de transporte e logística devem se beneficiar de 2010 de forte crescimento
Marcadores:
Notícias - Logística
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Entidade quer política industrial para área de petróleo
Fonte: G1 - Da Agência Estado
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
A indústria nacional de fornecedores do setor de petróleo e gás tem pela frente alguns "pontos críticos" para atender à demanda gerada pelo desenvolvimento do pré-sal no País, segundo afirmou hoje o superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Alfredo Renault, em seminário realizado na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre os desafios, ele citou os recursos humanos qualificados e a necessidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que só poderão ser enfrentados com uma política industrial setorial.
Essa política industrial, de acordo com Renault, deve incluir o "equacionamento de assimetrias tributárias" no setor, além de estímulos tributários para a cadeia de suprimentos, além do uso do marco regulatório do pré-sal como um instrumento de política industrial. Deve incluir ainda, segundo ele, o fortalecimento da engenharia nacional. De acordo com Renault, os investimentos no pré-sal no País deverão somar US$ 45 bilhões entre 2009 e 2013, sendo US$ 28 bilhões somente da Petrobras.
Ainda segundo ele, os investimentos industriais no setor de petróleo e gás no Brasil deverão somar R$ 270 bilhões entre 2009 e 2012, representando 60% dos investimentos industriais totais no período. Ele sublinhou que a maior parte dos investimentos ainda não incluem os projetos relacionados ao pré-sal.
Leia mais informações!
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
A indústria nacional de fornecedores do setor de petróleo e gás tem pela frente alguns "pontos críticos" para atender à demanda gerada pelo desenvolvimento do pré-sal no País, segundo afirmou hoje o superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Alfredo Renault, em seminário realizado na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre os desafios, ele citou os recursos humanos qualificados e a necessidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que só poderão ser enfrentados com uma política industrial setorial.
Essa política industrial, de acordo com Renault, deve incluir o "equacionamento de assimetrias tributárias" no setor, além de estímulos tributários para a cadeia de suprimentos, além do uso do marco regulatório do pré-sal como um instrumento de política industrial. Deve incluir ainda, segundo ele, o fortalecimento da engenharia nacional. De acordo com Renault, os investimentos no pré-sal no País deverão somar US$ 45 bilhões entre 2009 e 2013, sendo US$ 28 bilhões somente da Petrobras.
Ainda segundo ele, os investimentos industriais no setor de petróleo e gás no Brasil deverão somar R$ 270 bilhões entre 2009 e 2012, representando 60% dos investimentos industriais totais no período. Ele sublinhou que a maior parte dos investimentos ainda não incluem os projetos relacionados ao pré-sal.
Leia mais informações!
Marcadores:
Outras Informações
Infraestrutura alavancará a cadeia de transporte em 2010
Fonte: Ibralog
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
Os planos voltados à expansão da área de infraestrutura no País, previstos para os próximos anos, vão contribuir com a retomada da indústria fornecedora de equipamentos ao setor de transportes, que em seus vários segmentos observará uma queda média de 20% nos negócios em 2009, ainda em decorrência da turbulência econômica. Os projetos de mobilidade urbana, a implantação do trem de ata velocidade (TAV), o pré-sal, concessões de rodoviárias e ferroviárias, e até o incremento no turismo podem trazer a cadeia produtiva de volta aos patamares de 2008, um dos períodos mais aquecidos da história recente do setor.
Um dos exemplos destes benefícios é o mercado de carrocerias de ônibus, cujo cálculo é de um retrocesso de 19% da produção este ano, se comparado com as 31 mil unidades produzidas em 2008. "Nessa área, temos como fatores positivos para a retomada os estudos de implantação de projetos de ônibus rápidos que devem ser apresentados como solução à mobilidade urbana nas cidades que vão sediar a Copa de 2014", analisou José A. F. Martins, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviário (Simefre).
De acordo com Martins, já em 2010 as vendas do segmento no mercado interno podem ser parecidas com o que foi visto em 2008, quando foram comercializadas 25 unidades. O executivo citou ainda como impulso os aportes em estrutura viária, previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), e até um mercado em desenvolvimento no Brasil, que é o dos ônibus escolares, muito comum em outros países.
Além dos projetos, é claro, a perspectiva de que o Produto Interno Bruto (PIB) do País volte no próximo ano à casa dos 5%, como se vem projetando, também influenciará a recuperação, bem como a manutenção das atuais linhas de crédito, disponíveis aos segmentos envolvidos em todas as cadeias.
Ainda na área dos ônibus, um outro projeto que promete imprimir força extra à industria é a reestruturação de todo o sistema interestadual e internacional de passageiros, com a prorrogação das licenças das empresas até 2011, segundo Bernardo Figueiredo, diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). "Todo esse processo desencadeará uma renovação da nossa frota rodoviária, e as empresas voltarão a investir. Isso também beneficiará a indústria", colocou. No segmento de implementos rodoviários (que compõem os caminhões), a perspectiva é de que o ano de 2009 feche com R$ 4,5 bilhões de faturamento, representando uma queda de 20%. Porém, a expectativa para o ano que vem é de que haja um crescimento de até 10% sobre este resultado. "Os investimentos em infraestrutura, aliados ao aquecimento da construção civil e aos bons resultados do setor agrícola, vão aquecer a demanda do setor rodoviário de cargas, trazendo a necessidade de haver mais caminhões", diz César Pissetti vice-presidente do Simefre.
Trilhos
Outro setor que está otimista para 2010 é o ferroviário. Fabricantes de vagões, carros de passageiros e locomotivas devem terminar 2009 com um faturamento de R$ 2,1 bilhões, montante menor do que os R$ 2,6 bilhões de 2008. Para o próximo ano, os empresários acreditam em um aumento do número de encomendas. "Há no País hoje projetos que somam 16 mil quilômetros de ferrovias em curso e dos quais 5 mil estão em implantação, o que deve favorecer os fabricantes de trens", acrescentou o diretor-geral da ANTT.
Para a diretoria do departamento ferroviário do Simafre, outra forma de garantir mais oportunidades ao setor da indústria ferroviária é que o projeto do TAV garanta mais de 50% de conteúdo nacional na fabricação dos equipamentos, o que será possível também pela tão comentada transferência tecnológica.
Já o setor de motocicletas será favorecido pelos projetos voltados ao planejamento da mobilidade urbana, como a regulamentação do segmento de moto-frete, popularmente conhecido como o de motoboys, além de um marco regulatório para atividade dos moto-táxis, fatores que podem incrementar a frota do País. Em 2009, a produção de motos caiu 26%, mas a indústria pretende pelo menos chegar perto dos níveis produtivos de 2008. "Além disso, contamos a curto prazo, com fatores como a injeção de dinheiro no mercado no final do ano, com a elevação do emprego a renda dos nossos clientes-alvo para aquecer as vendas", incluiu Paulo Takeuchi, também vice-presidente do Simefre.
Sustentável
Não é só a produção de motorizados que deve aquecer-se com as melhorias de infraestrutura: o setor de bicicletas também entra nesse bolo. "As políticas de sustentabilidade na mobilidade urbana, com a criação de ciclovias vão beneficiar nosso setor", disse Eduardo Musa, do Simafre.
Leia mais informações!
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
Os planos voltados à expansão da área de infraestrutura no País, previstos para os próximos anos, vão contribuir com a retomada da indústria fornecedora de equipamentos ao setor de transportes, que em seus vários segmentos observará uma queda média de 20% nos negócios em 2009, ainda em decorrência da turbulência econômica. Os projetos de mobilidade urbana, a implantação do trem de ata velocidade (TAV), o pré-sal, concessões de rodoviárias e ferroviárias, e até o incremento no turismo podem trazer a cadeia produtiva de volta aos patamares de 2008, um dos períodos mais aquecidos da história recente do setor.Um dos exemplos destes benefícios é o mercado de carrocerias de ônibus, cujo cálculo é de um retrocesso de 19% da produção este ano, se comparado com as 31 mil unidades produzidas em 2008. "Nessa área, temos como fatores positivos para a retomada os estudos de implantação de projetos de ônibus rápidos que devem ser apresentados como solução à mobilidade urbana nas cidades que vão sediar a Copa de 2014", analisou José A. F. Martins, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviário (Simefre).
De acordo com Martins, já em 2010 as vendas do segmento no mercado interno podem ser parecidas com o que foi visto em 2008, quando foram comercializadas 25 unidades. O executivo citou ainda como impulso os aportes em estrutura viária, previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), e até um mercado em desenvolvimento no Brasil, que é o dos ônibus escolares, muito comum em outros países.
Além dos projetos, é claro, a perspectiva de que o Produto Interno Bruto (PIB) do País volte no próximo ano à casa dos 5%, como se vem projetando, também influenciará a recuperação, bem como a manutenção das atuais linhas de crédito, disponíveis aos segmentos envolvidos em todas as cadeias.
Ainda na área dos ônibus, um outro projeto que promete imprimir força extra à industria é a reestruturação de todo o sistema interestadual e internacional de passageiros, com a prorrogação das licenças das empresas até 2011, segundo Bernardo Figueiredo, diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). "Todo esse processo desencadeará uma renovação da nossa frota rodoviária, e as empresas voltarão a investir. Isso também beneficiará a indústria", colocou. No segmento de implementos rodoviários (que compõem os caminhões), a perspectiva é de que o ano de 2009 feche com R$ 4,5 bilhões de faturamento, representando uma queda de 20%. Porém, a expectativa para o ano que vem é de que haja um crescimento de até 10% sobre este resultado. "Os investimentos em infraestrutura, aliados ao aquecimento da construção civil e aos bons resultados do setor agrícola, vão aquecer a demanda do setor rodoviário de cargas, trazendo a necessidade de haver mais caminhões", diz César Pissetti vice-presidente do Simefre.
Trilhos
Outro setor que está otimista para 2010 é o ferroviário. Fabricantes de vagões, carros de passageiros e locomotivas devem terminar 2009 com um faturamento de R$ 2,1 bilhões, montante menor do que os R$ 2,6 bilhões de 2008. Para o próximo ano, os empresários acreditam em um aumento do número de encomendas. "Há no País hoje projetos que somam 16 mil quilômetros de ferrovias em curso e dos quais 5 mil estão em implantação, o que deve favorecer os fabricantes de trens", acrescentou o diretor-geral da ANTT.
Para a diretoria do departamento ferroviário do Simafre, outra forma de garantir mais oportunidades ao setor da indústria ferroviária é que o projeto do TAV garanta mais de 50% de conteúdo nacional na fabricação dos equipamentos, o que será possível também pela tão comentada transferência tecnológica.
Já o setor de motocicletas será favorecido pelos projetos voltados ao planejamento da mobilidade urbana, como a regulamentação do segmento de moto-frete, popularmente conhecido como o de motoboys, além de um marco regulatório para atividade dos moto-táxis, fatores que podem incrementar a frota do País. Em 2009, a produção de motos caiu 26%, mas a indústria pretende pelo menos chegar perto dos níveis produtivos de 2008. "Além disso, contamos a curto prazo, com fatores como a injeção de dinheiro no mercado no final do ano, com a elevação do emprego a renda dos nossos clientes-alvo para aquecer as vendas", incluiu Paulo Takeuchi, também vice-presidente do Simefre.
Sustentável
Não é só a produção de motorizados que deve aquecer-se com as melhorias de infraestrutura: o setor de bicicletas também entra nesse bolo. "As políticas de sustentabilidade na mobilidade urbana, com a criação de ciclovias vão beneficiar nosso setor", disse Eduardo Musa, do Simafre.
Leia mais informações!
Marcadores:
Notícias - Logística
Não existe um caminho único para uma cadeia de abastecimento eficiente
Fonte: ASLOG
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
A pergunta mais freqüente que os executivos de Supply Chain fazem é: qual a solução para se ter uma cadeia de abastecimento eficiente, com o balanceamento correto entre o serviço desejado e os custos? Os gestores normalmente tendem a focar as ações em suas áreas de expertise, em detrimento daquelas que poderiam trazer maior impacto para a estratégia de negócios. Mas qual seria a solução ideal? Vamos a análise de algumas alternativas:Sinergias e ganhos de escala - montar uma estrutura logística que permita sinergias e ganhos de escala, operando de maneira otimizada em função da característica física dos produtos e serviços oferecidos, respeitando os requisitos de entrega dos clientes e a disponibilidade dos modais de transportes, reduzindo custos e aumentando o nível de serviço a clientes.
Aumento na disponibilidade dos insumos - definir uma estratégia de suprimentos que leve em conta a disponibilidade dos insumos produtivos ou de suporte, a quantidade de fornecedores habilitados e qualificados e a criticidade dos materiais envolvidos, respeito aos prazos do ciclo operacional e aos padrões de qualidade estipulados pelas áreas de desenvolvimento técnico. Além de diminuir as rupturas no atendimento dos pedidos temos potenciais economias no custo de produtos e serviços.
Adequação da demanda - alinhar a demanda da equipe comercial com as restrições da cadeia produtiva, atentando para a capacidade de reação operacional às oscilações de mercado, sazonalidade e o conjunto de atividades promocionais que alteram a curva regular de participação do produto ou serviço no seu ambiente mercadológico.
Troca de informações com parceiros - garantir resposta rápida e qualificada às oportunidades de ocupação de espaço no mercado de atuação em função do aumento da previsibilidade e confiabilidade nas relações de fornecimento entre os parceiros comerciais, com benefícios concretos no abastecimento, redução de estoques e rupturas por um planejamento inadequado.
Revisão de unidades operacionais - rever a malha de distribuição e a localização das unidades fabris em um país com as dimensões territoriais do Brasil é fundamental, podendo ocasionar ganhos com fretes de transferência e entregas e potenciais economias com tributos.
Apropriação de benefícios tributários - além de se apropriar dos benefícios existentes, considerar novas alternativas de isenção ou postergação no pagamento de tributos. As autoridades são normalmente sensíveis a propostas de concessão de incentivos fiscais pela abertura de operações em suas regiões de atuação, com geração de novos postos de trabalho e aumento do volume financeiro local.
Qual das alternativas acima é a melhor? Todas as mencionadas, além de outras que certamente irão surgir num processo contínuo de melhoria na cadeia, são válidas e devem ser perseguidas.
A prioridade a ser definida num processo de criação de uma cadeia de abastecimento eficiente e alinhada com objetivos estratégicos vai depender de uma série de fatores, tais como:
• Impacto nos resultados financeiros;
• Disponibilidade de recursos para executar os projetos em cada área de oportunidade;
• Capacitação interna para gestão de cada um dos processos da cadeia;
• Nível de sofisticação tecnológica e organizacional dos parceiros;
• Movimentação dos concorrentes e do mercado de atuação;
• Atendimento a exigências de parceiros dominantes na relação comercial;
• Fatores externos, como mudanças nos cenário econômico ou político na área de atuação da organização.
Um questionamento fundamental é: como evoluir na direção correta em um cenário de transformações constantes e velocidade de inovações crescente? Não podemos esquecer que a gestão da cadeia de abastecimento é um processo de prestação de serviço às áreas de geração de demanda, que tem uma expectativa normalmente alta em relação ao suporte prestado pelas áreas de retaguarda. Comentários e sugestões podem ser feitos ao autor:
carlos.montagner@uol.com.br
Leia mais informações!
Marcadores:
Notícias - Logística
domingo, 13 de dezembro de 2009
Estradas ruins elevam custo de cargas em 28%
Fonte: Ibralog
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
A má qualidade das estradas brasileiras provoca um aumento médio de 28% no custo do transporte rodoviário de carga. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Transportes (CNT), sobre o estado de 89.552 quilômetros (km) de estradas, as péssimas condições dos pavimentos têm comprometido de forma significativa a vida útil dos veículos e, consequentemente, reduzido a competitividade do produto nacional, já que 60% de tudo que é transportado no País é feito pelas rodovias.
Em algumas regiões, o aumento no custo do transporte atinge cifras exorbitantes. No Norte, o encarecimento do frete atinge 40%; no Nordeste, 33,1%; e no Centro-Oeste, 31,7%. Nas Regiões Sul e Sudeste, o impacto sobre os custos é um pouco menor: de 19,3% e 21,8%, respectivamente. Ainda assim, estão muito acima dos padrões internacionais, destacam especialistas e representantes do setor produtivo.
Só em relação ao consumo de combustível, o aumento do custo de transporte pode chegar a 5%, comparado aos veículos que trafegam em rodovias com excelente condição de pavimento. O problema é que a grande maioria das estradas nacionais (69%) é classificada como regular, ruim e péssima. De acordo com a Pesquisa Rodoviária 2009, da CNT, apenas 13,5% dos 89 mil km de estradas são consideradas ótimas e 17,5%, boas. Isso porque houve uma melhora em relação ao estado geral das rodovias em 2007. Naquela época, 73,9% das vias avaliadas eram ruins, péssimas ou regulares.
"O pequeno avanço na melhoria das estradas diante de todo esforço que o governo tem feito é preocupante", avalia o professor da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende. Ele destaca que, dentro do orçamento de logística, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destina 50% das verbas para a recuperação das estradas. "Algo está errado. Os investimentos não têm se tornado realidade."
O diretor de infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Mascarenhas, acredita que o resultado virá nas próximas pesquisas rodoviárias, já que muitas obras ainda estão em andamento. Mas ele reconhece que, nesse ritmo, o Brasil vai demorar décadas para conseguir ter uma malha rodoviária próxima dos níveis internacionais.
A melhor maneira para acelerar as obras, afirmam os especialistas, seria retomar o processo de concessão e fazer Parcerias Público-Privadas (PPPs). A justificativa deles está na própria pesquisa da CNT. Das 20 melhores estradas conferidas, 19 estão em São Paulo - Estado com a maior malha administrada pela iniciativa privada. Dessas, 16 estão classificadas como ótimas e três, como boas. Apesar disso, a melhor rodovia de 2009 foi a Ayrton Senna - Carvalho Pinto (SP-070), transferida para a iniciativa privada apenas em meados deste ano.
Leia mais informações!
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
A má qualidade das estradas brasileiras provoca um aumento médio de 28% no custo do transporte rodoviário de carga. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Transportes (CNT), sobre o estado de 89.552 quilômetros (km) de estradas, as péssimas condições dos pavimentos têm comprometido de forma significativa a vida útil dos veículos e, consequentemente, reduzido a competitividade do produto nacional, já que 60% de tudo que é transportado no País é feito pelas rodovias.Em algumas regiões, o aumento no custo do transporte atinge cifras exorbitantes. No Norte, o encarecimento do frete atinge 40%; no Nordeste, 33,1%; e no Centro-Oeste, 31,7%. Nas Regiões Sul e Sudeste, o impacto sobre os custos é um pouco menor: de 19,3% e 21,8%, respectivamente. Ainda assim, estão muito acima dos padrões internacionais, destacam especialistas e representantes do setor produtivo.
Só em relação ao consumo de combustível, o aumento do custo de transporte pode chegar a 5%, comparado aos veículos que trafegam em rodovias com excelente condição de pavimento. O problema é que a grande maioria das estradas nacionais (69%) é classificada como regular, ruim e péssima. De acordo com a Pesquisa Rodoviária 2009, da CNT, apenas 13,5% dos 89 mil km de estradas são consideradas ótimas e 17,5%, boas. Isso porque houve uma melhora em relação ao estado geral das rodovias em 2007. Naquela época, 73,9% das vias avaliadas eram ruins, péssimas ou regulares.
"O pequeno avanço na melhoria das estradas diante de todo esforço que o governo tem feito é preocupante", avalia o professor da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende. Ele destaca que, dentro do orçamento de logística, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destina 50% das verbas para a recuperação das estradas. "Algo está errado. Os investimentos não têm se tornado realidade."
O diretor de infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Mascarenhas, acredita que o resultado virá nas próximas pesquisas rodoviárias, já que muitas obras ainda estão em andamento. Mas ele reconhece que, nesse ritmo, o Brasil vai demorar décadas para conseguir ter uma malha rodoviária próxima dos níveis internacionais.
A melhor maneira para acelerar as obras, afirmam os especialistas, seria retomar o processo de concessão e fazer Parcerias Público-Privadas (PPPs). A justificativa deles está na própria pesquisa da CNT. Das 20 melhores estradas conferidas, 19 estão em São Paulo - Estado com a maior malha administrada pela iniciativa privada. Dessas, 16 estão classificadas como ótimas e três, como boas. Apesar disso, a melhor rodovia de 2009 foi a Ayrton Senna - Carvalho Pinto (SP-070), transferida para a iniciativa privada apenas em meados deste ano.
Leia mais informações!
Marcadores:
Notícias - Logística
O FUTURO DO TRANSPORTE NO MUNDO MODERNO
Por Uadson Losan
Fonte do vídeo: youtube
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
Leia mais informações!
Fonte do vídeo: youtube
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
Interessante vídeo onde é apresentado uma carreta equipado com um sistema de alta tecnologia, para monitoramento e auxílio facilitado a entrada de vias de difícil acesso, esse processo é de grande relevância para empresas que trabalham com transporte logístico, permitindo eficiência e qualidade no que diz respeito a segurança nas entregas durante o atendimento a consumidores mais exigentes.
Leia mais informações!
Marcadores:
Notícias - Logística
sábado, 12 de dezembro de 2009
Primeira fase do Trem-Bala sai até 2014
Fonte: Diário do Grande ABC
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
O núcleo político do governo Lula trabalha para que seja concluído até 2014 ao menos o primeiro trecho do Trem de Alta Velocidade que vai interligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, apesar de o cronograma oficial apontar como remota tal hipótese.
Na avaliação do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), o percurso entre os aeroportos de Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas) deve ficar pronto antes da Copa do Mundo, em 2014.
"Muita gente já ouviu falar sobre esta obra e achava que não ia acontecer um dia. Estamos felizes que vamos colocá-la em andamento e que ela vai cumprir papel importante no seu trecho inicial já na Copa de 2014. E no trecho final para a Olimpíada de 2016.
Para Padilha, as discussões acerca do traçado do trem são "naturais". Pelo estudo referencial feito sob encomenda do Ministério dos Transportes, haverá estação intermediária em São José dos Campos e outras sazonais em Aparecida e Jundiaí. "É natural que haja discussão local. As pessoas fazem comentários e reagem muitas vezes sem conhecer a fundo os detalhes do projeto. Além disso, a obra é de grande envergadura, pois cria enorme expectativa na população, nos empresários. Cria expectativa sobre as estações, o traçado. O mais importante é que tem um grupo técnico muito sério que faz a avaliação da viabilidade econômica e dos cuidados com os impactos ambientais que vai tomar esta decisão. Estão ouvindo a população."
Orçado em R$ 34 bilhões, o Trem de Alta Velocidade está em fase de finalização do edital de licitação. O governo criará empresa estatal para cuidar da execução e manutenção do projeto - cujos custos serão compartilhados com a União. O Tesouro poderá arcar com até 10% do volume total de recursos empregados no trem, a fim de atrair investidores privados internacionais.
O tamanho da participação pública no certame licitatório, todavia, ainda é objeto de análise no primeiro escalão do governo Lula. "A modelagem ainda está sendo finalizada."
Leia mais informações!
Uadson Losan - Blog Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos © 2009
O núcleo político do governo Lula trabalha para que seja concluído até 2014 ao menos o primeiro trecho do Trem de Alta Velocidade que vai interligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, apesar de o cronograma oficial apontar como remota tal hipótese.Na avaliação do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), o percurso entre os aeroportos de Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas) deve ficar pronto antes da Copa do Mundo, em 2014.
"Muita gente já ouviu falar sobre esta obra e achava que não ia acontecer um dia. Estamos felizes que vamos colocá-la em andamento e que ela vai cumprir papel importante no seu trecho inicial já na Copa de 2014. E no trecho final para a Olimpíada de 2016.
Para Padilha, as discussões acerca do traçado do trem são "naturais". Pelo estudo referencial feito sob encomenda do Ministério dos Transportes, haverá estação intermediária em São José dos Campos e outras sazonais em Aparecida e Jundiaí. "É natural que haja discussão local. As pessoas fazem comentários e reagem muitas vezes sem conhecer a fundo os detalhes do projeto. Além disso, a obra é de grande envergadura, pois cria enorme expectativa na população, nos empresários. Cria expectativa sobre as estações, o traçado. O mais importante é que tem um grupo técnico muito sério que faz a avaliação da viabilidade econômica e dos cuidados com os impactos ambientais que vai tomar esta decisão. Estão ouvindo a população."
Orçado em R$ 34 bilhões, o Trem de Alta Velocidade está em fase de finalização do edital de licitação. O governo criará empresa estatal para cuidar da execução e manutenção do projeto - cujos custos serão compartilhados com a União. O Tesouro poderá arcar com até 10% do volume total de recursos empregados no trem, a fim de atrair investidores privados internacionais.
O tamanho da participação pública no certame licitatório, todavia, ainda é objeto de análise no primeiro escalão do governo Lula. "A modelagem ainda está sendo finalizada."
Leia mais informações!
Marcadores:
Outras Informações
Assinar:
Postagens (Atom)

















